"Não
me prendo a nada que me defina. sou companhia, mas posso ser solidão.
tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo,
bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você
quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei
sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho
que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em
contato. Ou toca, ou não toca."
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Ahhhh, Clarice, nos traduza!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Quente
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Não sei mais o que é ser serena, sinto um frio na barriga e um fogo no peito. Dor de alma..........gelado da T3 a T10, pouco ar.
Um conselho certo que eu não ouvi e eu ignorando meus instintos. As consequências da falha da falta de auto estima, e da segurança pessoal. Brinca comigo destino, brinca mais!
Um momentinho para matar com a quinta do Bee as filhas erradas. Alguns minutos para aprontar meus dedos e ligar o circuito neuronal certo de onde vai sair a interação mental com esse post em particular. Um adendo: Eu comecei a ver sentido na cor laranja, e na cor azul, lembram daqueles conceitos de causa e efeito das cores, de calma para o azul e alegria para o laranja...talvez a necessidade da mistura e absorção e sensação de tudo, no preto, tenha passado. Os dias são mais meus, cheios de mim, estão cheios das minhas perspectivas, anseios e planos. O copo meio cheio. Cheguei no ponto chave qual estava esperando este ano, estou no meio do meu reinício, e
está tudo bem, muito bem.
Tenho sentido o quente, ansiedade quente, preenchida, calma, cautelosa, um pouco de doce. Empatia bem compartilhada! Música com viagens sobre esteira em movimento em vários lugares distantes guiados pelos meus pensamentos.
Depois dessa parada histórica no fim do que eu achava ser o fim dos meus sonhos.....
Balela.
É tudo sempre o velho conhecido e característico vazio existencial que se sente nas transições. Sabe a vertigem, já dizia o Kundera, que a vontade de cair é inebriante. Sabe a impaciência, já dizia o Kafka, pecado capital, erro humano (mais uma vez o não heróico ser).
Sabe a solidão, já dizia Shopenhauer, ser feliz é bastar-se de si mesmo.
Aos tópicos finais. Balela. É tudo sempre mais do mesmo. FIGHT!
Depois de muito tempo presa dentro de mim, com meus arraigados pensamentos brotando e complicando tudo que existe ao meu redor...eis que chega um pouquinho de paciência para vomitar meus eus descontrolados.
Nem sei o que será, sinto que ainda estou na transição...no final dela, mas em um momento decisivo de escolha de caminhos, de término do ciclo, aquele que julgava interminável mas que também não conseguia parar de o alimentar com os meus demônios.
O novo, o novo vem de Nana, que agora soma força, determinação e responsabilidade na minha existência...Muito além que nossa vã filosofia possa imaginar é o que ela é e pode vir a ser. Ainda não entendo o suficiente, mas....sinto.
Eu, até em máximo momento de sabedoria tive minhas incríveis travas tonelônicas (toneladas/tectônicas) com as mudanças, mesmo tendo força para enfrentá-las e decidido por elas com todos os meus dentes e pedaços de unhas....eta inferno!
A parte de ser humano e não ser um herói. Odeio essa parte, particularmente!
Mas vamos lá, sempre juntando o que sobra e recomeçando, it's my way of life!